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E enfim chegou o Ano Novo. Diria que é um período meio confuso, bom e ruim ao mesmo tempo.
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A parte boa é que afinal um ano acabou (e com ele as festas!) e daí você pensa: Tenho o ano inteiro pra fazer isso e aquilo!
Sabe, o que ninguém percebe é que é exatamente nesse pensamento que mora o perigo... Você fica até março pensando a mesma coisa e quando vê, já se passou um tempão e você não fez nada. E isso faz parte já do lado ruim.
Sabe, o que ninguém percebe é que é exatamente nesse pensamento que mora o perigo... Você fica até março pensando a mesma coisa e quando vê, já se passou um tempão e você não fez nada. E isso faz parte já do lado ruim.
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E não bastasse isso ainda tem a coisa das "resoluções de ano novo". Quando você começa o ano, protelando, nem que seja por um ou dois dias aquilo que tinha planejado fazer você já está descumprindo suas resoluções. E não sei pra maioria das pessoas, mas eu fico com um sentimento de culpa enorme.
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Esse ano eu não pensei em metas pra esse ano. O que no fim das contas é bem ruim. Daí em ter uma resolução: ter resoluções. E a minha segunda resolução é: cumprir as resoluções.
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O fato é que não comecei bem. Repentinamente eu decido por algumas coisas mas depois a falta de ânimo é tamanha que desisto antes de começar. Sabe qual é o problema? Medo de não conseguir. Não é lá uma atitude honrosa mas é bem humana.
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O Ano Novo me traz tantas reflexões ruins quanto o fim do ano. Chego a conclusão que o ano devia se resumir entre os meses de março e outubro.
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Os anos nada têm de novos ou de fins. É tudo a mesma coisa sempre. Só o que muda são os números... Os números da data, da nossa idade, das resoluções não cumpridas...
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